quinta-feira, 24 de julho de 2014

Review Sea of Tranquility - Katja Millay

Título: Sea of Tranquility
Autora: Katja Millay
Avaliação: 2/5
Data de Publicação: 05 de Setembro de 2012.
** O livro pode ser encontrado aqui.


Estou sendo extremamente generosa ao dar nota 2. Esse livro merece no máximo nota 2. Notas inferiores a isso são mega compreensíveis. Eu tive vários problemas com a história, com os personagens, com a forma da narrativa... Até com a sinopse.

A sinopse do livro me induziu ao erro. Eu pensei que o livro fosse rolar de uma forma, e rolou de outra. Sim, depois de ler o livro e ler a sinopse novamente fez sentido, mas, mesmo assim, eu esperava outra coisa. 

O livro é enorme para contar... NADA. A história no duro mesmo poderia ter sido contada em 30 páginas sem todo o detalhamento minucioso de enrolação e todas as repetições de fatos ao longo da narrativa. 

Na primeira metade do livro, eu achei os personagens estranhos, a trama estranha e a forma como a história foi contada estranha. Depois da metade deu uma melhorada, para depois ficar estranho novamente. Quando terminei de ler, eu achei o livro estúpido. Nada realmente fez muito sentido.

Vamos por partes:

Nastya é uma menina que amava tocar piano. Piano era a sua vida. Seu amor. Sua obsessão. Até que ela estava no lugar errado e na hora errada e foi atacada. Ela quase morreu e teve sua mão esquerda danificada, o que refletiu na perda de seu sonho. Ela nunca mais poderia tocar piano como antes. 

Ela nunca se recuperou psicologicamente, mudando a forma como ela encara o mundo. Por exemplo, ela para de falar por pura opção (estranho). E passa a se vestir como uma prostituta com o intuito de afastar as pessoas (estranho. Isso está relacionado com o ataque que ela sofreu, mas continua sendo estranho). 

Eu penso: Sério?? Sério mesmo?? Eu nunca entendi muito isso de se vestir como uma vadia para que as pessoas tenham medo (?) de você. Tem tantas outras maneiras normais de se manter afastada. Uma delas é falando que não está interessada na amizade da pessoa. Mas claro, a menina parou de falar... Ela não queria chamar atenção para ela mesma, mas fez tudo o que podia para justamente ter o resultado contrário. Vai entender...

Não é apenas Nastya que é a isolada da escola não. Josh Bennett também merece o tratamento de isolamento. As pessoas tem medo de Josh por causa de sua vida trágica. Desde seus 8 anos, as pessoas de sua família morrem, até que Josh está sozinho. Assim, ninguém se aproxima dele, com medo de ser o próximo a morrer...

Outra coisa que eu não compreendo. Sério que isso acontece? As pessoas simplesmente isolam uma pessoa porque a sua família morreu? Estranho...

Nastya acaba criando uma amizade estranha com Josh. Ele gosta de construir coisas com madeira à noite, até de madrugada, e Nastya começa a aparecer em sua garagem e fica o observando. Sem falar nada. E ele deixa. (estranho).

Fica nessa durante grande parte do livro. Até que ela resolve falar, somente com Josh. E eles começam uma amizade estranha. E depois, um namoro ainda mais estranho.

O mistério sobre o passado de Nastya não é bem desenvolvido. Ele fica morto, não te prende, é chato e estranho. E quando todo mundo sabe sobre o passado de Nastya, a forma como é concluído é bem insatisfatório e desenvolvido de uma forma que contradiz todos os antigos atos de Nastya.

E falando em Nastya, esse não é nem o nome real dela. Mas a sua família aceita chamá-la assim, bem como o pessoal da escola. O que é mega estranho.  

Outra coisa, Josh é do tipo mocinho bundão. Sempre que as coisas ficam difíceis, ele pensa “ai, eu não queria estar aqui, ter que enfrentar isso. Eu queria sair correndo”, e isso quando ele deveria estar ajudando a garota que ele se diz estar apaixonado. Não gostei dele, não gostei da Nastya e não gostei do estúpido mistério. 

Livro estranho. 

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